sábado, 7 de abril de 2018

Unidos pelo destino... Talvez.

Capítulo 1.
O ponto de vista de uma menina.

Em uma serta época pós quarta guerra mundial, tinha se firmado um novo, porém antigo regime governamental, o de Reis e Rainhas, Príncipes e Princesas. Mais vamos ainda mais longe nessa mesma época, era própria Asgard - que tinha se tornado o centro da atenção da monarquia mundial pelo simples fato de estar ocorrendo uma "seleção dupla", para o Príncipe James e sua irmã mais nova a Princesa Aya. Mais algo além disso ou melhor, alguém além disso tudo que estava acontecendo iria chamar ainda mais a atenção daqueles lideres mais nem todos iriam gostar...
Essa história começa de verdade em uma cidadezinha próxima de interiores no reino que também é um lugar bem visitado pelos nobres em especial pela sua beleza, e a outra parte da história começa no palácio, o mundo estava com os seus olhos voltados e focados no palácio real da família Prince. Naquele ano a Rainha Falca estava dando a luz ao seu primeiro filho. O principezinho que nascera tinha recebido o nome de James Adam Prince, mais naquela mesma hora em uma pequena cidade porem famosa, Miunir - nome dado a cidade em também em homenagem ao deus do travão Thor e seu martelo Miunir, e um nome bem pensado para um lugar que atrai pessoas de muitos lugares do reino - também nascia um garotinho cuja a família não tinha fama, poder ou riquezas mais tinham muito amor para da a ele, o nome escolhido para ele foi Wezer . As duas crianças nascidas juntas tinham sempre do bom e do melhor de acordo com as condições financeiras de seus pais. Enquanto James aprendia que a vida na corte tinha la suas vantagens mais era um tanto parada e monótona e cheia de: não faça isso! Conserte as costas! Olha a postura! O rei é o seu pai mais ele ainda é o rei e você um súdito então curve-se diante do rei.
O garoto na cidade aprendia da pior maneira o que era a vida. Algumas crianças que roubavam pra comer por pura fome eram açoitadas em praças públicas e outras crianças eram obrigadas a ver aquilo para não repetirem o erro. Mas cada vez mais pessoas más que pelo simples fato de não gostar de crianças diziam aos carrascos que foram roubados pelos pequeno mesmo sem eles terem feito nada. Wezer só saia de casa na companhia de seus pais, porque sua mãe tinha muito medo de que alguém tentasse faze-lo mal, mesmo ele sendo bem pequeno. Quando ambos os garotos tinham três anos de idade suas mães deram a luz mais uma vez e assim a pebleia e recém viúva Maya deu a luz a sua filha mais nova Anyca, um nome que foi escolhido por seu marido antes dele morre. A rainha nomeou sua filha mais nova de Ayoland. Mais mesmo que as meninas tivessem nomes complexos e grandiosos a pebleia era sempre chamada de Ana por todos a sua volta e a princesa era sempre chamada Aya.
Não seria conhecidêcia se esses quatro irmãos se encontrassem?
No ano do décimo nono aniversário do príncipe James o rei decretou que estava na hora de seus filhos se casarem, afinal ele já estava velho e cansado para governar sozinho e queria passar o poder para seus filhos amados, a rainha estava preocupada com sua filha pois a princesa só tinha dezesseis anos de idade e era jovem de mais para casar apesar de ser uma garota bem centrada, comportada e feliz. A mãe das duas crianças pebleias também estava preocupada por ter de inscrever seus dois filhos naquela seleção. Por ordem do rei todas as meninas apartir de seus dezesseis anos deveria ser inscrita e todos os meninos apartir de seus dezesseis anos também.
Para a minha família a seleção era uma chance de mudar de vida, e para mim era a chance de cumprir a promessa feita para minha mãe. Eu queria dar do bom e do melhor para minha mãe mais não tinham condições de fazer isso, já Wezer via na seleção uma oportunidade de cuidar não só de sua mãe mais também de sua irmã que era como uma filha para ele por ter estado cuidando dela sozinho com sua mãe depois da morte de seu pai.
Uma semana depois do decreto da seleção, os mensageiros do rei passaram nas cidades fazendo as inscrições dos jovens e tirando as medidas. Tudo foi terminado em meio mês. Quando saio a lista dos trinta e cinco meninos e meninas na TV a reação de todos próximos de nós para a nossa surpresa não foi de muita espanto pois todos sempre diziam para nossa mãe que eramos dos jovens mais bonitos e sadios da região. Em dois dias a nossa pequena casa de quatro cômodos ficou super lotada de servos do palácio que vieram nos pegar para o período que iriamos passar no palácio.

- ...Mantenham sempre uma postura adequada, principalmente na presença da família real e das pessoas da nobreza e da corte. Agora, senhora Maia se não se importar gostaria de falar à sós com cada um dos dois separadamente. - uma dos criados do palácio disse para nós.

- Sim, claro se eles quiserem... - concordou nossa mãe.

Primeiro a criada falou comigo e depois com meu irmão que pela cara que fez não gostou do que ouviu...

- Sei que pode ser, e é embaraçoso para você ouvir isso, mais é preciso ser dito. - ela fez uma pausa dramática antes de continuar - Você e seu irmão estão indo para o palácio como propriedade do país e tanto do príncipe quanto da princesa, o que significa. Vocês não podem recusar-los em nada. E sei que entendeu o que quero dizer...
- Como assim? Digamos que eu não tenha entendido o que você quer dizer...
Ela pós a mão na testa fazendo um sinal de negação com a cabeça, e explicou.
- Deixa eu ser mais clara. Se você for pêga em uma situação, que vamos chamar de embaraçosa, com um homem que não o príncipe você será fortemente punida e sairá da competição. Ha! E quanto a negar o príncipe, acho que você já entendeu...
- Espera. Quer dizer que se ele tentar me tocar ou me "dez honrar" eu não tenho escolha?
- A! Ótimo! Você entendeu.

Ela simplesmente não me deu a chance de falar nada e saio logo em seguida para dizer o mesmo ao meu irmão. Eu lembro de te-lo visto brigando com os funcionários do palácio pelo que ela disse.
No dia seguinte, quando nós estavamos entrando no aeroporto, tinha uma multidão de pessoas gritando os nossos nomes, meninas chorando, garotos chingando e um monte de guardas separando todas aquelas pessoas de nós.
Eu me senti como se eu estivesse em um livro famoso de uma escritora que amo - Kiera Cass - mais quando saimos do carro para entrar no aeroporto os gritos sessaram, - o que me assustou bastante - e uma salva de palmas começou. Acho que foi por conta de sermos como posso dizer no nosso antigo sistema de castas... 6, nós eramos 6. Então dois dos guardas que faziam a nossa escolta, pediram para que entrasse-mos, obedecemos. Minha surpresa foi maior ainda quando entramos no aeroporto pois quatro garotas e seus irmãos vieram correndo nos cumprimentar e dar as boas vindas, elas abraçaram a mim e a meu irmão e os rapazes fizeram o mesmo. Nós embarcamos logo em seguida, a primeira classe seria ótima se nós meninas não estivéssemos no jatinho particular do príncipe, que tinha uma área com idro-massagem e tudo, já que nesses aviões de "gente rica" eles estão sempre colocando coisas estranhas. Ficamos dois dias no ar, quando aterrissamos Wezer fez o que faz de melhor, cuidou de mim e checou se eu ainda estava inteira e conhecidentemente todos os outros garotos fizeram o mesmo com suas irmãs, nós raramente nos separava-mos, eramos como unha e cutícula quase que ao pe da letra.fomos levados direto para o palácio onde outra multidão nos esperava, eu não entendi muito bem essa mais acho que eles não estavam muito felizes. Daí veio um susto terrível quando nós todos - os oito últimos participantes - entramos no palácio pois o Rei e a Rainha estavam nos esperando rodeados de cameras e estava tudo sendo transmitido para todo o reino, o que fez com que nos entreolhase-mos depois de uma curta, bem feita e sincronizada reverencia. Eu so conseguia pensar em nossa mãe, acho que ela deve esta bem orgulhosa e triste por esta longe de nós.

- Sejam muito bem vindos e sintam-se avontade aqui onde será sua casa nesses últimos meses que viram.
- As moças por favor sigam-me, vou leva-las ao salão das mulheres para se arrumarem e conhecerem as outras moças.
- Sim senhora. - respondemos em coral e fizemos uma reverencia ao sair.
Eu vi o rosto de Wezer se fazer triste ao ver que nós tinhamos nos afastado de novo.

O salão das mulheres como a Rainha havia chamado, estava fervilhando em muitos sons diferentes. Dei dois passos para traz ao ver tudo aquilo, estava tão assustada com tamanha inquietação que travei, quando dei por mim estava sendo puxada para um dos boxis que avia sido montado pra nos arrumar quando chegamos.

- Ham... Não! Espera! Eu... Pra onde estão me levando?!
- Um cabeleireiro vira ver a senhorita em dois minutos com suas manicures e maquiadores. Sente-se por favor.
- Ta, mais você vai me deixar aqui? Sozinha?
- Ham... Sim, a senhorita vai esta sob os cuidados dos melhores do reino. Ham... Senhorita Ana não é?
- Sim.
- A sim. Entendi. Não esta acostumada com essa bagunça toda não é?
- Não, não estou. Eu gosto...
- De calma, tranquilidade, livros e flores. É eu sei serei sua governanta particular. Galya ao seu dispor myleid, mas agora eu preciso mesmo ir, quando a sua equipe de transformação acabar com você eu volto pra te buscar.
- Ta.
- Com sua licença myleid.

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Oi gente! Bom, faz algum tempo que eu não posto nada... então, é porque eu estou com a vida muito corrida e não dá pra postar todos os dias ...